Fuze lança single “Última Dança” e fala sobre nova era musical: “Estamos cada vez mais nos apegando a nossa identidade”

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Nesta sexta-feira (28), a Fuze lança seu mais novo single “Última Dança”, que traz consigo uma nova era de produção e autonomia para o grupo. Guilherme, Pedro, Diogo e Felipe têm se empenhado cada vez mais em produzir suas próprias músicas, gravando no estúdio da banda e aprimorando sua identidade musical. O resultado é um som característico, que se enquadra no cenário pop rock nacional, mas com elementos brasileiros e um toque de percussão que tornam a música única.

Segundo os artistas, dar início a esse novo momento artístico tem sido um passo muito importante para a banda. “A gente vem produzindo nossas próprias músicas gravando elas dentro do nosso estúdio. Estamos cada vez mais nos apegando a nossa identidade, do que é a Fuze e de quem, de fato, é a Fuze”, afirma Pedro.

A identidade única deles se manifesta também na intenção de explorar novos públicos com suas músicas. Pedro ressalta que a banda está sempre buscando atingir o máximo de pessoas possível e fazer a diferença para o bem através de sua música. Com essa abordagem, não apenas atraem os ouvintes habituais, mas também têm a oportunidade de conquistar novos fãs.

“O single se encaixa nesse cenário do pop rock, com uma letra pop e com uma roupagem do rock, mas que te leva para um cenário brasileiro também com umas percussões. Essa música tem muita coisa a dizer com nossa identidade e temos a intenção de explorar um novo público. É sempre bem-vindo agregar um novo público e a gente está aí para atingir o máximo de pessoas que derem e fazer a diferença para o bem sempre”, diz o artista.

Com isso, o grupo se sente muito livre para explorar diferentes sonoridades e, segundo Guilherme, foi o que buscaram trazer para esse trabalho. “Nessa música temos alguns elementos percussivos que eu, pessoalmente, não costumo ouvir na música pop. Acredito que super combina, ficou super maneiro e conforme o tempo for passando, a gente vai acrescentando elementos cada vez mais e aprendendo novos instrumentos. Tudo é uma constante evolução e isso fica evidente em ’Última dança’”, declara.

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